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quinta-feira, 30 de janeiro de 2014

História - O destino dos negros após a Abolição

destino-negros
Morro da Favela (atual Providência), em 1927. Após a Lei Áurea, os negros libertos foram buscar moradia em regiões precárias e afastadas dos bairros centrais das cidades. Uma grande reforma urbana no Rio de Janeiro, em 1904, expulsou as populações pobres para os morros

Gilberto Maringoni - de São Paulo 
A campanha abolicionista, em fins do século XIX, mobilizou vastos setores da sociedade brasileira. No entanto, passado o 13 de maio de 1888, os negros foram abandonados à própria sorte, sem a realização de reformas que os integrassem socialmente. Por trás disso, havia um projeto de modernização conservadora que não tocou no regime do latifúndio e exacerbou o racismo como forma de discriminação
A campanha que culminou com a abolição da escravidão, em 13 de maio de 1888, foi a primeira manifestação coletiva a mobilizar pessoas e a encontrar adeptos em todas as camadas sociais brasileiras. No entanto, após a assinatura da Lei Áurea, não houve uma orientação destinada a integrar os negros às novas regras de uma sociedade baseada no trabalho assalariado.
Esta é uma história de tragédias, descaso, preconceitos, injustiças e dor. Uma chaga que o Brasil carrega até os dias de hoje.

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

TVT disponibiliza vídeos do curso História da África

Acompanhe abaixo os vídeos das aulas do curso sobre História da África que foram ministradas de fevereiro a novembro de 2013:
Aula 01 - Curso de Formação política: A desconstrução da África mítica - 1/3
Aula 01 - Curso de Formação política: A desconstrução da África mítica - 2/3
Aula 01 - Curso de Formação política: A desconstrução da África mítica - 3/3
Aula 02 - Disponibilização em breve
Aula 03 - Curso de Formação política: Racismo e Luta de Classes - 1/5
Aula 03 - Curso de Formação política: Racismo e Luta de Classes - 2/5
Aula 03 - Curso de Formação política: Racismo e Luta de Classes - 3/5
Aula 03 - Curso de Formação política: Racismo e Luta de Classes - 4/5
Aula 03 - Curso de Formação política: Racismo e Luta de Classes - 5/5
Aula 04 - Curso de Formação política: O racismo no Brasil - 1/3
Aula 04 - Curso de Formação política: O racismo no Brasil - 2/3
Aula 04 - Curso de Formação política: O racismo no Brasil - 3/3
Aula 05 - Curso de Formação política: Lutas africanas na África e na Diáspora - 1/5
Aula 05 - Curso de Formação política: Lutas africanas na África e na Diáspora - 2/5
Aula 05 - Curso de Formação política: Lutas africanas na África e na Diáspora - 3/5
Aula 05 - Curso de Formação política: Lutas africanas na África e na Diáspora - 4/5
Aula 05 - Curso de Formação política: Lutas africanas na África e na Diáspora - 5/5
Aula 06 - Curso de Formação política: A luta dos trabalhadores, o sindicalismo e a "questão" racial - 1/2
Aula 06 - Curso de Formação política: A luta dos trabalhadores, o sindicalismo e a "questão" racial - 2/2
Aula 07 - Curso de Formação política: Cultura Negra e Resistência social - 1/2
Aula 07 - Curso de Formação política: Cultura Negra e Resistência social - 2/2
Aula 08 - Curso de Formação política: O (Re)surgimento do movimento negro contemporâneo - 1/4
Aula 08 - Curso de Formação política: O (Re)surgimento do movimento negro contemporâneo - 2/4
Aula 08 - Curso de Formação política: O (Re)surgimento do movimento negro contemporâneo - 3/4
Aula 08 - Curso de Formação política: O (Re)surgimento do movimento negro contemporâneo - 4/4
Aula 09 - Curso de Formação política: Desafios para a luta anti-racista no século XXI - 1/3
Aula 09 - Curso de Formação política: Desafios para a luta anti-racista no século XXI - 2/3
Aula 09 - Curso de Formação política: Desafios para a luta anti-racista no século XXI - 3/3
Curso de Formação política: Conferência Magistral e avaliação do curso - Aula 10 - 1/2
Curso de Formação política: Conferência Magistral e avaliação do curso - Aula 10 - 2/2


Por : Sindicato dos Metalúrgicos do ABC

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Assembleia Geral da ONU aprova 2015-2024 como a Década Internacional dos Afrodescendentes

Escrito por: SEPPIR

Aumentar a conscientização das sociedades no mundo quanto ao combate ao preconceito, à intolerância, à xenofobia e ao racismo é o objetivo da Década Internacional dos Afrodescendentes, criada por resolução da Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas no dia 23 de dezembro. Com o tema “Afrodescendentes: reconhecimento, justiça e desenvolvimento”, a Década será celebrada de 1º de janeiro de 2015 a 31 de dezembro de 2024.

A abertura oficial do decênio ocorrerá entre setembro e dezembro deste ano, logo após o debate geral da 69ª sessão da Assembleia Geral da ONU – Organização das Nações Unidas. Instituída, a Década dos Afrodescendentes deverá impulsionar a Declaração e o Programa de Ação da Conferência Mundial contra o Racismo, a Discriminação Racial, a Xenofobia e Intolerância Correlata, ocorrida em Durban, África do Sul, em 2001.

sexta-feira, 6 de dezembro de 2013

Adeus Madiba: o mundo está de luto pela morte de um grande líder

CUT lamenta morte de um dos maiores ícones da luta por igualdade



Escrito por: CUT Nacional

Preso por 27 anos por lutar por democracia e liberdade, igualdade de direitos e pelo fim do regime de segregação racial na África do Sul – o Apartheid – que vigorou no país de 1948 a 1993, Mandela sempre resistiu e não trazia consigo qualquer ódio ou rancor, apenas o ideal de uma sociedade livre e democrática, onde todas as pessoas pudessem viver juntas, em harmonia, com oportunidades iguais.

Sua dedicação de uma vida inteira à luta é exemplo e símbolo para o mundo. Seu legado estará sempre vivo, revigorando dia a dia nossa luta incansável por justiça, por um mundo melhor, onde as pessoas possam viver com dignidade por serem iguais.

A resistência e luta de Nelson Mandela levou o povo negro a resgatar sua dignidade e a não baixar a cabeça para a opressão.  Da mesma forma que a eleição de um operário presidente resgatou a relação do Brasil com sua gente, a ascensão de Mandela ao poder, em 1994, representou a reaproximação de uma África do Sul livre com seu povo.

Ainda existem opressores e oprimidos, discriminação racial e intolerâncias sociais em todo o mundo.  Mas o legado de Mandela nos da força para continuarmos a luta contra as desigualdades, em defesa de uma sociedade justa, com liberdade e democracia.
                                                               
Nelson Madiba Mandela, com sua resistência e determinação em defesa de um mundo melhor, sintetiza os valores mais preciosos que um ser humano é capaz de ter.
                                                               
“Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, por sua origem ou ainda por sua religião. Para odiar, as pessoas precisam aprender, e se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar.” (Nelson Mandela)

Mandela: presente!

CENTRAL ÚNICA DOS TRABALHADORES

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Observatório do negro - Dica útil para a próxima aula

observa

Artigos e subsídios para estudos estão disponíveis no "Observatório da População Negra", um banco de dados com informações sobre o mercado de trabalho para a população negra, distribuição de renda, demografia, acesso à informação, habitação, estrutura familiar e educação, entre outras.
A iniciativa conjunta da Faculdade Zumbi dos Palmares e das Secretarias de Assuntos Estratégicos (SAE) e de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR) da Presidência da República prevê esforços para a criação de dois compêndios estatísticos, um referente à situação da população negra no Brasil e outro que terá como base as realizações desse grupo populacional. Além disso, o observatório monitorará as políticas de promoção da igualdade racial do país. Vale a pena conhecer e utilizar o conteúdo para promover debates em sala de aula. Saiba mais acessando: www.observatoriodonegro.org.br.

quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Sintep/MT esclarece e reforça importância de leis do ensino da história afro-brasileira e indígena

As duas leis se complementam, diz sindicalista

Maria Celma no  II Seminário Estadual de Educação Étnico-racial  

O Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep/MT), representado pela secretária de Políticas Sociais e coordenadora do Coletivo da Diversidade Etnico-racial do sindicato,  Maria Celma de Oliveira, integrou as discussão sobre as leis relacionadas à obrigatoriedade do ensino sobre a história e cultura afro-brasileira e indígena, nas instituições públicas e privadas de ensino fundamental e médio. A reunião junto ao Conselho Estadual de Promoção e Igualdade Racial (Cepir) se deu após o Ministério Público Estadual (MPE) solicitar informações sobre a aplicabilidade da legislação federal.

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Escolas de Mato Grosso recebem prêmios do Projeto Mama África

Premiação ocorreu durante o Conselho de Representantes
Orlando Francisco relatou a viagem a Cabo Verde
As 10 escolas vencedoras do concurso de projetos afro-brasileiros (Projeto Mama África), promovido pelo Sindicato dos Trabalhadores no Ensino Público de Mato Grosso (Sintep/MT), receberam as premiações na manhã do último domingo (5), durante o Conselho de Representantes. As premiações variaram de acordo com a classificação das instituições. O concurso foi lançado em 2011 com a temática "Integrando nossas origens e implementando a Lei 10639/03" e o resultado foi divulgado em evento realizado em março deste ano.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

UNESCO - Coleção História Geral da África em português


Ilustração UNESCO
Publicada em oito volumes, a coleção História Geral da África está agora também disponível em português. A edição completa da coleção já foi publicada em árabe, inglês e francês; e sua versão condensada está editada em inglês, francês e em várias outras línguas, incluindo hausa, peul e swahili. Um dos projetos editoriais mais importantes da UNESCO nos últimos trinta anos, a coleção História Geral da África é um grande marco no processo de reconhecimento do patrimônio cultural da África, pois ela permite compreender o desenvolvimento histórico dos povos africanos e sua relação com outras civilizações a partir de uma visão panorâmica, diacrônica e objetiva, obtida de dentro do continente. A coleção foi produzida por mais de 350 especialistas das mais variadas áreas do conhecimento, sob a direção de um Comitê Científico Internacional formado por 39 intelectuais, dos quais dois terços eram africanos.

Download gratuito ( versão em português):